Image and video hosting by TinyPic
Segunda-feira, 11 de Março de 2013

"PRÁ FRENTE É QUE É O CAMINHO!"

 

“Com onze anos comecei a trabalhar nos estaleiros do Pardilhó, em Vila Maria, como aprendiz de carpinteiro naval. Fiquei lá até fazer os 13 anos, ganhava cinco tostões por dia, equivalente hoje a vinte e cinco centimos, e quando surgiu uma oportunidade de ganhar mais aproveitei-a e ingressei nos estaleiros do Zé Rosa, que se situavam onde agora é a praia da Saúde. Mas como sempre fui um fura-vidas, consegui entrar para a Litografia e Latoaria Astória, na altura em funcionamento na avenida Luísa Todi e daí, tempos depois, fui para a Latoaria Bertília, onde estive até ir para a tropa, com dezanove anos”.

Quem assim nos fala é o setubalense Policarpo Santos, nascido há sessenta e oito anos no típico bairro de Troino, precisamente na rua Vasco da Gama. Criado na zona da Fonte Nova, “onde a miséria era aos montes e infelizmente agora estamos a regressar a esses tempos cinzentos…”, confidencia-nos que foi mobilizado para Angola, no pico da chamada ‘guerra colonial’, onde esteve vinte e seis meses, viveu e viu muitos episódios que ainda retém na memória, mas nota-se um certo constrangimento em falar desta sua experiência de guerra.

 

 

(CONTINUA CLIQUE AQUI  {#emotions_dlg.ok})

:
Etc e Tal às 14:52

Link do Post | Comentar
partilhar

SETÚBAL E ARREDORES - Cláudio Fernando:


SETÚBAL E ARREDORES - Cláudio Fernando:

.. ..

ARQUIVOS

 

Junho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30